Antes do primeiro choro, eu já carregava a história da minha mãe. E ela, da minha avó.
Cada trança é um caminho. Essa arte é a nossa história.
A gente tem o dever de ensinar a nossa filha a se amar. Amar os seus cabelos, seus fios, seus crespos, seus cachinhos.
Nossas mãos que entrelaçam o passado e o futuro.
Somos mães trançando caminhos de amor, coragem e beleza.
